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sábado, 2 de novembro de 2013

O FUTEBOL NAS OLIMPÍADAS

     futebol foi o segundo esporte coletivo a entrar oficialmente nos Jogos Olímpicos, atrás apenas do polo aquático, em 1908.
     É o torneio mundial mais imprevisível, com medalhas conquistadas por países como Japão (bronze em 1968), Gana (bronze em 1992), Nigéria (ouro em 1996 e prata em 2008), Camarões (ouro em 2000) e Coréia do Sul (bronze em 2012). Enquanto isso, o Brasil, maior ganhador de Copas do Mundo, com cinco títulos, nunca conquistou uma medalha de ouro, tendo três medalhas de prata e duas de bronze. A Alemanha, outra grande potência mundial, só conseguiu uma única medalha, um bronze, em 1988, ainda como Alemanha Ocidental, e desde então nunca mais chegou a se classificar para o torneio. Apesar disso, a Alemanha Oriental faturou o ouro em 1976, além de uma prata e um bronze.
     A competição tornou-se cada vez mais importante em toda a década de 1920, embora essa década testemunhou um mau momento na história do movimento olímpico, quando, durante a final dos Jogos de 1920, a Tchecoslováquia saiu do campo de jogo em protesto contra a arbitragem de John Lewis e o clima militarizado dentro do estádio na Antuérpia. Nas edições de 1924 e 1928 da competição, o movimento olímpico foi dado um impulso poderoso, com a entrada do Uruguai e Argentina.
     Já foi considerado um "campeonato mundial" até a realização da primeira Copa do Mundo em 1930. Após a realização da mesma, passou a ser disputado por seleções amadoras- com vantagem para os socialistas do Leste Europeu, já que os jogadores nesses países não eram, em teoria, profissionais — e assim enviavam aos Jogos Olímpicos suas seleções principais (o que ficou conhecido por "amadorismo de fachada"), ao passo que os países ocidentais eram forçados a mandar equipes amadoras ou de juniores.
     Para os Jogos de Los Angeles 1984, o Comitê Olímpico Internacional fez uma mudança necessária para aumentar o interesse, e decidiu admitir jogadores profissionais. A FIFA ainda não queria as Olimpíadas para disputar com a Copa do Mundo, portanto, um acordo atingido permitiu que jogadores que não tivessem ido em uma Copa do Mundo disputar as Olimpíadas. Muitas delegações em campo levaram equipes jovens, incluindo a Seleção Francesa de Futebol, que em 1984 ganhou o título olímpico.
Desde 1992 os concorrentes do sexo masculino devem ter menos de 23 anos, com três jogadores de qualquer idade permitidos por time. O torneio é "sub-23", complementando outros próprios torneios da FIFA com os Mundiais Sub-20 e Sub-17.4 O novo formato permite que as equipes de todo o mundo possam competir de forma igual, e os países africanos se aproveitaram em particular, como a Nigéria e Camarões, vencedores em 1996 e 2000, respectivamente.5
     Por causa do formato, vários dos países historicamente fortes no futebol têm campanhas modestas ou inexpressivas. A Holanda conquistou o bronze nos três primeiros torneios, mas não se classifica aos Jogos desde 1952. O Uruguai venceu o torneio em suas duas primeiras participações, em Paris 1924 e Amsterdã 1928, sendo apenas essas duas aparições olímpicas até 2012, onde conseguiu a sua classificação após 84 anos sem disputar o torneio olímpico de futebol. O Brasil conquistou cinco medalhas na história do futebol olímpico: prata em Los Angeles 1984, Seul 1988 e Londres 2012, e bronze em Atlanta 1996 e Pequim 2008. A Hungria, do então Leste Europeu conquistou três medalhas de ouro, em Helsinque 1952Tóquio 1964 e Cidade do México 1968, quando a competição era amadora. A Itália só venceu uma vez o título olímpico, em Berlim 1936, e mais dois bronzes Amsterdã 1928 e Atenas 2004 e tem o maior número de participações no torneio (15).
     Ferenc Bene, da Hungria, é o maior artilheiro da história do torneio, com 12 gols marcados em 5 jogos na edição de 1964 em Tóquio.
O Futebol Olímpico
     Em 1996 o torneio feminino também foi introduzido nos Jogos Olímpicos.

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Vulcões e terremotos

Os vulcões e terremotos representam as formas mais enérgicas e rápidas de manifestação dinâmica do planeta. Ocorrem tanto em áreas oceânicas como continentais, e são válvulas de escape que permitem o extravasamento repentino de energias acumuladas ao longo de anos, milhares ou milhões de anos. Esses eventos são sinais de que, no interior da Terra, longe dos nossos olhos e instrumentos de pesquisa, ocorrem fenômenos dinâmicos que liberam energia e se refletem na superfície, modificando-a. Por outro lado, também existem formas lentas de manifestação da dinâmica interna terrestre. As placas tectônicas, conforme a teoria da Tectônica de Placas, incluem continentes e partes de oceanos, que movem-se em mútua aproximação ou distanciamento, a velocidades medidas de alguns centímetros por ano, assim contribuindo para a incessante evolução do relevo e da distribuição dos continentes e oceanos na superfície terrestre.

Fonte: http://www.ibb.unesp.br/departamentos/Zoologia/material_didatico/prof_marcello/Geologia/Terra_Dinamica

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Abaixo, entenda a Escala Richter!

Escala Richter

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