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segunda-feira, 15 de março de 2010

Novas espécies descobertas


Essa cobra "sugadora de caracóis" é uma das novas espécies de animais descobertas no Equador por cientistas americanos e locais.



O grupo descobriu 30 novas espécies de anfíbios anuros, como esse acima do gênero Pristimantis, que se distingue pela cor vermelha nos olhos.


Ao invés de soltar seus ovos na água, esse anfíbio os deixa nas árvores


As novas espécies de anfíbios anuros foram encontrados na região de Cerro Pata de Pájaro, na costa oeste do Equador.


Esse inseto do gênero Xylospinodes, conhecido como bicho-pau, foi uma das quatro espécies desse animal descobertas no Equador.


Esse minúsculo lagarto, por exemplo, que cabe na ponta de um lápis, também está ameaçado.


No total, o grupo registrou 6 mil espécies com o objetivo de preservar animais ameaçados de extinção, como essa perereca-de-vidro.


O Equador registra 16% das espécies de animais do mundo, incluindo essa salamandra que não tem pulmão e respira pela pele.


Paul Hamilton, líder do grupo e autor das fotos, defende que "todos nós precisamos fazer a nossa parte, mesmo que seja dirigindo menos, comendo menos carne ou, simplesmente, educando-nos e espalhando a mensagem".


Essa surucucu é a cobra peçonhenta mais comprida do mundo, mesmo assim está ameaçada de extinção.

FONTE: MSN Verde

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Rasante pré-histórico

Pterossauros voavam melhor do que cientistas podiam imaginar

A réplica mostra como era o pterossauro chinês Jeholopterus ningchengensis, que viveu há cerca de 140 milhões de anos. O estudo do fóssil desse animal indicou que répteis voadores como ele tinham total controle sobre o seu voo (foto: Museu Nacional/UFRJ).

Hoje você olha para o céu e vê muitas aves. Mas, se pudesse voltar à pré-história, encontraria répteis dominando os ares. Estamos, sim, falando dos pterossauros – animais que viveram há 220 milhões de anos. Mas será que esses antigos répteis voavam com a desenvoltura das aves?

Pesquisadores do Brasil, da Alemanha, da China e da Inglaterra acabam de descobrir que os pterossauros possuíam total controle de seu voo: podiam esticar e retrair as asas, indo para várias direções com estabilidade. Portanto, eles não planavam simplesmente, eram capazes de sair de uma superfície e permanecer no alto por um tempo.



Pterossauro chinês
Os cientistas chegaram a essa conclusão após estudarem o fóssil do pterossauro Jeholopterus ningchengensis. Encontrado em 2002 na Mongólia Interior, no nordeste da China, o fóssil tem aproximadamente 140 milhões de anos de idade e uma característica rara: nele está preservada a membrana que forma a asa do animal.

Ao analisá-la, os pesquisadores perceberam que ela era mais resistente do que imaginavam. Assim, concluíram que o pterossauro podia voar de uma maneira muito melhor do que se acreditava que ele fosse capaz.

Mais descobertas
Estruturas – que até parecem pelos, mas não são exatamente isso – também foram encontradas sobre a membrana alar e indicam que os pterossauros controlavam a temperatura do corpo. Os cientistas afirmam isso porque os bichos atuais que têm essa capacidade – como morcegos e aves – também são cobertos por estruturas que surgem sobre a pele.

“A descoberta deste material prova que os ossos e as demais estruturas do corpo dos pterossauros estavam organizadas de uma forma que não se vê em nenhum outro animal com coluna vertebral”, conta Alexander Kellner, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos participantes da pesquisa. Para você ver que esses répteis voadores são mesmo bichos sem igual!



Vídeo narrado pelo paleontólogo Alexander Kellner mostra os fósseis do pterossauro Jeholopterus ningchengensis, além de pedaços do couro do animal, que foram estudados pelos cientistas.


Camilla Muniz
Ciência Hoje das Crianças



domingo, 3 de maio de 2009

O fim dos dinossauros

Choque de um asteroide, vulcanismo ou outra causa? Artigo discute fatores por trás desse evento


A ilustração representa a morte de dinossauros nos depósitos vulcânicos do planalto de Deccan, na Índia. Gases emitidos por erupções ocorridas ali cerca de 65 milhões de anos atrás podem ter contribuído para a extinção dos dinossauros (arte: Zina Deretsky / National Science Foundation).


A vida na Terra passou por várias ‘crises’, como podem ser chamadas as extinções massivas de espécies. Em uma delas, há cerca de 65 milhões de anos, os dinossauros desapareceram. É indiscutível que, nessa época, um grande asteroide se chocou com a superfície do planeta, e que isso contribuiu para a extinção desses animais ou a acelerou, mas essa não foi a única ou a maior razão. As causas foram provavelmente alterações drásticas em ecossistemas marinhos e terrestres. Mas o que teria provocado tais mudanças?

O debate entre os que defendem o cataclisma cósmico e os que sustentam um vulcanismo intenso como o fator principal já dura quase 30 anos. Recentes estudos mostram que as extinções massivas têm causas muito mais complexas do que se poderia supor. Esse tema é bem atual: nos últimos 500 anos, mais de mil espécies desapareceram, o que pode indicar que estamos no limiar de uma nova extinção massiva, talvez decorrente de ações humanas.

Espanto e admiração
A diversidade das diferentes formas de vida existentes na Terra causa espanto e admiração. Até hoje, foram descritas cerca de 2 milhões de espécies, mas diferentes estimativas indicam que o número total estaria hoje entre 5 e 100 milhões. A grandeza desses números é mais surpreendente diante da constatação de que cerca de 90% de todas as espécies que surgiram durante a evolução do planeta foram extintas.

Formas de vida desaparecem continuamente no decorrer da evolução, mas o estudo da história da vida revela momentos em que ocorreram extinções em massa. Uma extinção é dita massiva quando há um súbito aumento da taxa de extinção em relação aos valores médios. Nesse caso, diferentes tipos de organismos desaparecem rapidamente (em termos de tempo geológico) e em escala global.

Extinções massivas, porém, não são eventos sempre iguais e não impediram, no longo prazo, a evolução biológica. Nos últimos 500 milhões de anos, a diversidade de espécies tem aumentado. Portanto, as extinções representam apenas uma queda temporária no processo evolutivo da diversificação.

As causas das extinções em massa são debatidas há décadas por especialistas de diferentes disciplinas, e o tema ganhou relevância diante da constatação das atuais mudanças climáticas. Biólogos como Andrey V. Adrianov, do Instituto de Biologia Marinha da Academia de Ciências da Rússia, ou P. Dee Boersma, da Sociedade para a Conservação Biológica e da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, pensam que estamos vivenciando uma nova onda de extinção de espécies, na qual a contribuição humana não pode ser descartada.


José Antônio de Freitas Pacheco
Observatoire de la Côte d’Azur (Nice, França)



Você leu apenas o início do artigo publicado na CH 258. Clique AQUI para baixar a versão integral em PDF do artigo (6,1 MB)

Quer saber mais sobre vulcões e sobre terremotos?

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Confira os posts sobre o assunto! Conheça causas, efeitos e entenda o que são essas manifestações da natureza!
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Vulcões e terremotos

Os vulcões e terremotos representam as formas mais enérgicas e rápidas de manifestação dinâmica do planeta. Ocorrem tanto em áreas oceânicas como continentais, e são válvulas de escape que permitem o extravasamento repentino de energias acumuladas ao longo de anos, milhares ou milhões de anos. Esses eventos são sinais de que, no interior da Terra, longe dos nossos olhos e instrumentos de pesquisa, ocorrem fenômenos dinâmicos que liberam energia e se refletem na superfície, modificando-a. Por outro lado, também existem formas lentas de manifestação da dinâmica interna terrestre. As placas tectônicas, conforme a teoria da Tectônica de Placas, incluem continentes e partes de oceanos, que movem-se em mútua aproximação ou distanciamento, a velocidades medidas de alguns centímetros por ano, assim contribuindo para a incessante evolução do relevo e da distribuição dos continentes e oceanos na superfície terrestre.

Fonte: http://www.ibb.unesp.br/departamentos/Zoologia/material_didatico/prof_marcello/Geologia/Terra_Dinamica

Saiba mais, lendo os posts sobre vulcões e terremotos!

Abaixo, entenda a Escala Richter!

Escala Richter

Escala Richter

Vídeo sobre terremotos e vulcões