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segunda-feira, 15 de março de 2010

Fotos super ampliadas de insetos (CONFIRA!!!)

Fotógrafo capta imagens microscópicas e em 3D de insetos e aranhas

Um fotógrafo britânico aposentado registrou, com o auxílio de um microscópio eletrônico, imagens tridimensionais milhões de vezes ampliadas de insetos e aracnídeos, como moscas, pulgas e aranhas-saltadoras.

Steve Gschmeissner, de 61 anos, usou um Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV) para registrar as criaturas.


Esse tipo de equipamento bombardeia o objeto com elétrons, que enviam mensagens de volta para que o microscópio gerando a imagem de alta precisão em 3D.

O MEV, que segundo o fotógrafo pode custar mais de R$ 1 milhão, é muito mais potente que um microscópio óptico, que pode ampliar um objeto centenas de vezes.

"Poder usar um equipamento como esse na minha aposentadoria é a realização de um sonho", disse o fotógrafo.

Gschmeissner decidiu fotografar os insetos justamente por causa dos incríveis detalhes e formas que as imagens ampliadas deles proporcionam.

"Os insetos foram um grande projeto para mim. O nível de detalhe em seus minúsculos exoesqueletos é simplesmente lindo", declarou.


Fotógrafo usa microscópio eletrônico para gerar imagens em 3D e milhões de vezes ampliadas de criaturas como esta mosca.


O fotógrafo escolheu registrar os insetos, como a pulga acima, porque "o nível de detalhe em seus minúsculos exoesqueletos é simplesmente lindo".


Esse microscópio eletrônico é muito mais potente que um microscópio óptico para registrar imagens como a desta aranha-saltadora.




Fotógrafo usa microscópio eletrônico para gerar imagens em 3D e milhões de vezes ampliadas de criaturas como esta mosca.

FONTE: MSN Verde - BBC Brasil/Steve Gschmeissner / Science Photo Library

Novas espécies descobertas


Essa cobra "sugadora de caracóis" é uma das novas espécies de animais descobertas no Equador por cientistas americanos e locais.



O grupo descobriu 30 novas espécies de anfíbios anuros, como esse acima do gênero Pristimantis, que se distingue pela cor vermelha nos olhos.


Ao invés de soltar seus ovos na água, esse anfíbio os deixa nas árvores


As novas espécies de anfíbios anuros foram encontrados na região de Cerro Pata de Pájaro, na costa oeste do Equador.


Esse inseto do gênero Xylospinodes, conhecido como bicho-pau, foi uma das quatro espécies desse animal descobertas no Equador.


Esse minúsculo lagarto, por exemplo, que cabe na ponta de um lápis, também está ameaçado.


No total, o grupo registrou 6 mil espécies com o objetivo de preservar animais ameaçados de extinção, como essa perereca-de-vidro.


O Equador registra 16% das espécies de animais do mundo, incluindo essa salamandra que não tem pulmão e respira pela pele.


Paul Hamilton, líder do grupo e autor das fotos, defende que "todos nós precisamos fazer a nossa parte, mesmo que seja dirigindo menos, comendo menos carne ou, simplesmente, educando-nos e espalhando a mensagem".


Essa surucucu é a cobra peçonhenta mais comprida do mundo, mesmo assim está ameaçada de extinção.

FONTE: MSN Verde

domingo, 18 de outubro de 2009

Lesmas, caramujos e caracóis

Você sabe qual a diferença entre esses animais?

(Ilustração: Ivan Zigg)


Todos os três levam a vida devagar. Estamos falando das lesmas, dos caramujos e dos caracóis. Mas você é capaz de distinguir um bicho do outro? Se respondeu “não”, saiba que não está sozinho. Leitora da CHC, a Lucia Helena Ramos é contadora de histórias. Após apresentar uma trama em que o personagem principal era um caracol, ela ouviu a pergunta: qual a diferença entre esse animal, as lesmas e os caramujos? Sem saber explicar, enviou a dúvida para a CHC e nós fomos atrás da solução!

“Lesma, caracol e caramujo são nomes populares atribuídos aos moluscos que pertencem ao grupo dos gastrópodes”, explica a bióloga Inga Veitenheimer Mendes, do Centro Universitário La Salle, do Rio Grande do Sul. Vamos conhecer, então, algumas características de cada animal, para reconhecê-los? Só fique esperto porque, como estamos falando de nomes populares, o bicho que é chamado de lesma em uma região do Brasil pode ser conhecido como caracol em outra e assim por diante!




O corpo das lesmas europeias é cilíndrico, ao contrário do que acontece com as espécies nativas do Brasil (foto: Paul J. Morris).



LESMAS


Em geral, são moluscos sem concha, encontrados no solo, embaixo ou sobre a vegetação rasteira, em hortas, jardins ou matos. No Brasil, há lesmas que são nativas do nosso país e outras que têm origem na Europa: essas, aliás, devem ter chegado por aqui na época do descobrimento, há mais de 500 anos! As lesmas “brasileiras” têm o corpo achatado, enquanto o das europeias é cilíndrico, entre outras diferenças (as européias, por exemplo, apresentam uma concha reduzida, transparente, em forma de unha, encoberta por uma dobra de pele, que parece uma corcunda. As brasileiras, não). E você sabia que, no mar, também há lesmas? Algumas não apresentam concha, enquanto outras, como a lebre-do-mar, têm uma bem pequena, encoberta pela pele. Há, ainda, as que são coloridas e brilhantes!

CARACÓIS E CARAMUJOS

Concha de um molusco do gênero Megalobulimus (foto: Andrea Scauri).



São os moluscos gastrópodes com concha. Encontrados em ambientes terrestres e de água doce, os caracóis, em geral, têm conchas mais frágeis e leves. Já os caramujos, normalmente, são moluscos gastrópodes que vivem no mar e têm conchas maiores, mais espessas e pesadas. O Adelomelon becki, por exemplo, é um dos maiores caramujos da costa brasileira: sua concha pode atingir 60 centímetros de comprimento! Já os moluscos do gênero Megalobulimus, embora sejam terrestres, quando adultos costumam ser chamados de caramujos. Nativos do Brasil, eles têm uma concha espessa, que chega a medir mais de 10 centímetros de comprimento.


Mara Figueira
Ciência Hoje das Crianças

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O vôo do besouro!

Como os besouros conseguem voar sendo tão pesados e tendo asas tão finas?
Pergunta de Damazio Rigo Filho, de Várzea Paulista (SP), feita a Revista Ciência Hoje


(foto: Kamila Turton)

O mecanismo que permite o voo dos besouros é o conjunto dos dois pares de asas que eles têm e a musculatura vigorosa. O primeiro par de asas (os élitros) desses insetos da ordem Coleoptera fica em posição superior e é bastante endurecido.



Quando o besouro está em repouso, funciona como um estojo que protege o segundo par. Este fica no interior, é membranoso, tem a consistência do couro e é sustentado por número variável de nervuras. Durante o voo, os élitros têm papel secundário, funcionando como um paraquedas.

O nome Coleoptera vem do grego e significa koleos = estojo e pteron = asa. Porque os besouros têm, em geral, corpo volumoso e pesado, seu voo, comparado ao de outros insetos, é de velocidade baixa: nos casos conhecidos, pode variar de 0,8 m/s a 3 m/s.

A musculatura responsável por fazê-los subir é bastante desenvolvida, sendo que alguns dos músculos que movem as asas se originam na coxa do inseto. O mecanismo básico é o seguinte: os besouros abrem os élitros que ficam imóveis, formando um ângulo com o corpo, estendem as asas membranosas até ficarem planas e dão um impulso com as pernas.

Assim, começam um voo planado e apenas em seguida dão início ao batimento vertical das asas membranosas, que possibilita seu deslocamento no ar. Muitas vezes, durante o voo planado, podem aproveitar as correntes aéreas para voarem mais alto.


Cleide Costa
Laboratório de Sistemática, Evolução e Bionomia de Coleóptera,
Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo

domingo, 31 de maio de 2009

A harpia precisa de você!

Ajude a salvar filhotes da maior ave de rapina do mundo

Quer ajudar a preservar uma ave da fauna brasileira? Então, participe do III Grande Desafio, promovido pelo Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas, que acontece no dia 21 de junho. Nesta edição, estudantes a partir do sexto ano são convidados a preservar a harpia, uma espécie que já esteve por muitos anos na lista de animais ameaçados de extinção. Você não conhece essa ave? Então, vamos fazer as devidas apresentações...

Também chamada de gavião-real, a harpia é a maior ave de rapina do mundo. Costuma viver sozinha, procurando companhia apenas na época de acasalamento. Atualmente, a harpia está praticamente restrita à Amazônia devido ao intenso desmatamento. Mas há um jeito de aumentarmos o número de harpias na natureza e você está sendo desafiado a ajudá-las.

A harpia é a maior ave de rapina do mundo (foto: Mateus Hidalgo).

É o seguinte...

Os cientistas estudaram a reprodução da harpia e perceberam que essa ave se acasala com o mesmo parceiro ao longo de toda a vida e que coloca apenas um ou dois ovos.

O problema é que o filhote que nasce primeiro mata o mais novo, para eliminar a competição por alimento. Capturar um desses ovos para criar o filhote em cativeiro até que ele pudesse se alimentar sozinho seria uma estratégia para preservarmos a harpia, mas... Essa ave põe seus ovos em árvores que têm, em média, 40 metros de altura! E aí? Como resgatar o ovo?

A harpia faz seus ninhos em árvores que têm, em média, 40 metros de altura (foto: Wikimedia Commons).


A organizadora do III Grande Desafio, Tamara Aluani, explica que a ideia é que você, junto com seus colegas, use o conhecimento adquirido em sala de aula – em disciplinas como biologia, física e matemática – para construir uma máquina capaz de retirar um ovo de harpia de seu ninho no topo de uma árvore. Sem quebrar, claro! Para montar essa engenhoca, sua equipe deve contar com a ajuda de um orientador e escrever um diário de campo. Serão avaliados o desempenho, a criatividade e o desenvolvimento dos participantes. O grupo que vencer a competição ganha como prêmio o direito de dar nome a um asteroide, além de fazer um passeio por vários museus bacanas. Mais de 400 equipes já estão inscritas. Então, o que você está esperando? Visite a página do projeto na internet e participe!

III Grande Desafio: inscrições abertas!
Primeiro período de inscrições: até 19 de maio
Equipes de escola pública: R$ 10
Equipes de escola particular: R$ 30

Segundo período de inscrições: 20 de maio a 14 de junho
Equipes de escola pública: R$ 30
Equipes de escola particular: R$ 60


Marcella Huche
Ciência Hoje das Crianças

terça-feira, 5 de maio de 2009

Quer dançar comigo?

Aves mostram aos cientistas que também são boas dançarinas


Abram espaço na pista de dança: cientistas acabam de comprovar que dançar não é algo que apenas os seres humanos fazem. Há aves que também são capazes de bailar. Duvida? Então, clique na tela abaixo e assista ao show que Snowball (Bola de neve, em português) deu em frente às câmeras.

Macho, com 12 anos de idade, Snowball é uma cacatua: um tipo de ave encontrada na Austrália, Nova Guiné, Tasmânia e Indonésia. Ele foi estudado por dois grupos de cientistas, que, mesmo usando métodos distintos e fazendo análises diferentes, chegaram à mesma conclusão: essa ave é capaz de fazer movimentos sincronizados – por exemplo, bater a cabeça ou os pés – ao ritmo de batidas musicais. E não só ela: uma das equipes que divulgaram seus resultados nesta semana na versão virtual da revista Current Biology testou também o papagaio-cinzento Alex e comprovou que ele, como nowball, fazia espontaneamente movimentos sincronizados ao som de música. Isso significa que, sem ganhar recompensas, ter passado por um treinamento específico ou mesmo contar com a presença de alguém dançando por trás das câmeras para imitar, a ave ensaiou os seus passinhos.

Se você clicar na tela abaixo, pode assistir a Alex em ação. E se achar que o seu desempenho não é tão espetacular quanto o de Snowball... Veja o que disse à CHC on-line o biólogo Aniruddh Patel, do Instituto de Neurociências, uma instituição americana localizada na cidade de San Diego, líder do grupo que focou seu estudo na simpática ave de 12 anos. “Eu ouvi informalmente de alguns colegas que as cacatuas são melhores dançarinas do que os papagaios-cinzentos. Os papagaios-cinzentos, porém, imitam melhor a fala humana do que as cacatuas.”

A origem da dança
Mas será que o fato de os cientistas terem descoberto que Snowball e Alex realmente dançam significa que pode haver muitos outros animais dançarinos por aí?


A capacidade de Snowball sincronizar os seus movimentos ao som de música foi considerada incrivelmente parecida com a humana, principalmente com a de crianças (foto: Reprodução).

As duas equipes de cientistas trabalham com a hipótese de que apenas animais que têm a capacidade de aprender a reproduzir sons que ouvem no ambiente em que vivem seriam capazes de sincronizar o movimento de seu corpo com batidas musicais. Fazem parte dessa lista os humanos, três tipos de aves – os pássaros canoros, os beija-flores e os papagaios –, além de cetáceos como as baleias e os golfinhos e pinípedes como as focas e os leões-marinhos. Isso aconteceria porque a capacidade de perceber as batidas musicais e sincronizar os movimentos do corpo teria como base a parte do cérebro voltada para o aprendizado vocal, já que exige ligações especiais entre os sistemas motor – responsável pelos movimentos – e o auditivo – ligado à audição.

A equipe liderada pela pesquisadora Adena Schachner, da Universidade de Harvard, que testou tanto o papagaio-cinzento Alex quanto a cacatua Snowball, obteve dados que sustentam claramente essa hipótese. Ela estudou não só essas aves, mas também realizou uma extensa pesquisa no You Tube – a mais popular página na internet para compartilhamento de vídeos digitais – em busca de evidências de outros animais que conseguissem dançar.

O resultado? Descobriu-se que todas as espécies que pareciam se mover de forma sincrônica às batidas musicais nos vídeos postados na internet correspondiam a animais capazes de aprender a reproduzir os sons que ouvem em seu ambiente por imitação. A maioria, por exemplo, eram papagaios.
Conseguir imitar sons, porém, não é a única característica que um animal precisa ter para conseguir sincronizar seus movimentos ao ritmo de uma música. “Uma questão principal é: que outras capacidades são necessárias?”, disse à CHC on-line Adena Schachner. “Será que todas as aves têm um tipo de capacidade latente para manter um ritmo, mas precisam de experiências ou motivações específicas para começar a responder à música?” Perguntas como essas não faltam e exigem mais estudos para serem esclarecidas. A pesquisadora comenta, por exemplo, que é preciso saber por que alguns indivíduos, entre as aves, dançam, enquanto outros, não. Portanto, se você já estava planejando comprar uma cacatua só para vê-la dançar em casa, saiba que ter um animal desse tipo não é garantia de um show de dança em domicílio.


Mara Figueira
Ciência Hoje das Crianças
com a colaboração de
Isabela Fraga
Ciência Hoje On-line
30/04/2009

Quer saber mais sobre vulcões e sobre terremotos?

terremoto

Confira os posts sobre o assunto! Conheça causas, efeitos e entenda o que são essas manifestações da natureza!
krakatoa.jpg

Vulcões e terremotos

Os vulcões e terremotos representam as formas mais enérgicas e rápidas de manifestação dinâmica do planeta. Ocorrem tanto em áreas oceânicas como continentais, e são válvulas de escape que permitem o extravasamento repentino de energias acumuladas ao longo de anos, milhares ou milhões de anos. Esses eventos são sinais de que, no interior da Terra, longe dos nossos olhos e instrumentos de pesquisa, ocorrem fenômenos dinâmicos que liberam energia e se refletem na superfície, modificando-a. Por outro lado, também existem formas lentas de manifestação da dinâmica interna terrestre. As placas tectônicas, conforme a teoria da Tectônica de Placas, incluem continentes e partes de oceanos, que movem-se em mútua aproximação ou distanciamento, a velocidades medidas de alguns centímetros por ano, assim contribuindo para a incessante evolução do relevo e da distribuição dos continentes e oceanos na superfície terrestre.

Fonte: http://www.ibb.unesp.br/departamentos/Zoologia/material_didatico/prof_marcello/Geologia/Terra_Dinamica

Saiba mais, lendo os posts sobre vulcões e terremotos!

Abaixo, entenda a Escala Richter!

Escala Richter

Escala Richter

Vídeo sobre terremotos e vulcões